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Equipes da Secretaria de Obras e Agricultura trabalham para garantir a manutenção do Lixão



Um dos desafios de Senador Guiomard é o Lixão localizado na Rodovia AC 40, saída do município na conhecida estrada de Plácido de Castro. O espaço precisa constantemente de cuidados, visto ser recomendação dos órgãos ambientais e de controle. Desde que assumiu a gestão, o prefeito Gilson Pessoa (Progressistas) determinou aos Secretário Municipais atenção especial a esta demanda.


Assim, o Prefeito Gilson Pessoa (Progressistas) enviou equipes da Secretaria de Obras e Agricultura, para realizar a manutenção do lixão municipal. A ação conta com apoio do Governo do Acre, que cedeu maquinários (caminhão prancha e retroescavadeira).


Em vista ao lixão, o Prefeito ficou impressionado com a falta de manutenção do local, aonde observou a ausência de organização do lixo, bem como o descarte incorreto. Outro detalhe notado por Gilson Pessoa, foi a presença de grande quantidade de lixo orgânico, também descartado de forma incorreta às margens da rodovia AC40.




“Nossa preocupação é manter os trabalhos de limpeza da cidade, desta forma realizamos uma limpeza no lixão para que o lixo recolhido nas casas e comércios possam ser depositados na localidade de formar correta”, diz o Prefeito.

Quantidade de lixo produzida no Brasil


Mesmo num período de crise, com impacto óbvio sobre o poder de compra da população, a quantidade de lixo produzida no brasil aumentou. Na maioria das cidades, esse material ainda oferece risco à saúde e ao meio ambiente.


Esse é um dos maiores desafios dos prefeitos eleitos no Brasil. Na maioria dos municípios, os resíduos continuam sendo depositados irregularmente a céu aberto.

Normalmente, gera-se mais resíduos toda vez que o PIB cresce o e consumo aumenta. Desta vez, foi diferente. Pela primeira vez, o volume de lixo cresceu (+1,7%) no mesmo período em que o PIB despencou (-3,8%).


De acordo com o documento do Governo Federal, o fenômeno tem duas causas principais. Primeiro: o crescimento da população. Segundo: a crise não interrompeu o consumo de materiais descartáveis, mas o brasileiro optou por produtos mais baratos.

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